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Allan Kardec: o codificador da Doutrina Espírita

December 2, 2015 18:41 , by Redação CDC - 0no comments yet | No one following this article yet.
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Allan Kardec: o codificador da Doutrina Espírita

No ultimo dia 03 de outubro, Hippolyte Léon Denizard Rivail, mais conhecido pelos espíritas como Allan Kardec, faria 211 anos de nascimento. E para homenager o codificador do Espiritismo no mês de seu aniversário, a Casa do Caminho - também aniversariante de outubro - recebeu, no dia 17, o palestrante e historiador Ricardo Carvalho com o tema "ALLAN KARDEC: O CODIFICADOR DA DOUTRINA ESPÍRITA. UM DOCUMENTÁRIO AFETIVO".

Salão doutrinário lotado! Foi um momento muito especial de aprender um pouco da vida deste homem que nos deixou um legado tão importante, trabalhando junto com os Espíritos, na construção da Doutrina Espírita.

Ricardo Carvalho, de maneira jovial e ímpar, apresentou trechos do seu documentário afetivo intitulado: Je suis Kardec (Eu sou Kardec, em francês). Gravado na Europa, Ricardo conta um pouco sobre onde e como tudo começou na doutrina espírita. De forma leve e alegre, durante a palestra, Ricardo conseguiu transmitir a sua admiração pela doutrina e seu codificador! Uma verdadeira viagem no tempo, sem esquecer de ressaltar, para mais de 700 pessoas atentas, os princípios básicos do espiritismo, entre eles, a importância da transformação pessoal como única saída para um mundo melhor!

Temos certeza que aquela tarde de sábado com Ricardo Carvalho e Allan Kardec permanecerá por muito tempo na mente de todos os presentes! Muito foi apreendido, muito ainda a aprender ...

Ahh! Ainda dá tempo de adquirir o documentário (DVD) na livraria da Casa do Caminho. Leve para o seu lar um pouco de Kardec e ainda contribua com a manutenção das atividades da Casa. A Casa do Caminho é um esforço de muitos!

 

Quer saber um pouco mais sobre Kardec? Continue lendo... 

Kardec foi reconhecido como homem brilhante de sua época, não só pelas obras escritas e pelos estudos em diversos campos do saber, mas também pelo sistematização da Doutrina Espírita, conhecimento que alia ciência, filosofia e religião para explicar a realidade em que vivemos em sua permanente relação com o mundo espiritual.

Camille Flamarion, amigo do Codificador, versou sobre ele, diante de seu túmulo, os trechos abaixo...
 
Allan Kardec consagrou a primeira parte de sua vida a escrever obras clássicas, elementares, destinadas, sobretudo, ao uso dos educadores da juventude. Quando, por volta de 1855, as manifestações, aparentemente novas, das mesas girantes, das pancadas sem causa ostensiva, dos movimentos insólitos de objetos e móveis, começaram a chamar a atenção pública e determinaram, mesmo nas imaginações mais aventureiras, uma espécie de febre pela novidade dessas experiências, Allan Kardec, estudando ao mesmo tempo o magnetismo e seus efeitos estranhos, seguiu com a maior paciência e uma prudente perspicácia as experiências e o grande número de tentativas que então se faziam em Paris.
 
Recolheu e pôs em ordem os resultados obtidos por essa longa observação e com eles compôs um corpo de doutrina publicada em 1857, na primeira edição de O Livro dos Espíritos. Vocês todos sabem o sucesso que esta obra teve na França e no estrangeiro…
 
Após essa primeira obra, apareceram, sucessivamente, O Livro dos Médiuns ou Espiritismo experimental; O que é o Espiritismo? ou resumo em forma de perguntas e respostas; O Evangelho segundo o Espiritismo; O Céu e o Inferno; A Gênese. E a morte acaba de surpreendê-lo no momento em que, em sua atividade infatigável, trabalhava em uma obra sobre as relações entre o Magnetismo e o Espiritismo…
 
Allan Kardec foi homem de ciência que, sem dúvida, não pôde prestar este primeiro serviço e assim propagar ao longe, como um convite, a todos os corações. Mas ele era o que chamarei simplesmente de “o bom senso encarnado”. Raciocínio reto e sensato, aplicava sem negligência em sua obra permanente as indicações íntimas do senso comum. Isto não era uma qualidade menor, na ordem de coisas que nos ocupam. Era, pode-se afirmar, a primeira de todas e a mais preciosa, sem a qual a obra não teria se tornado popular nem lançado suas imensas raízes no mundo. A maior parte daqueles que se dedicaram a estes estudos lembra-se de ter sido, na juventude, ou em certas circunstâncias especiais, testemunhas de manifestações inexplicadas. Há poucas famílias que não as tenham observado em sua história. O primeiro ponto era aplicar a esses testemunhos a razão firme do simples bom senso e examiná-los segundo os princípios do método positivo…"
 
Prestemos também nossa homenagem a Kardec, nos comportando com a razão e o bom senso que ele tão bem representava. Diante dos fatos felizes ou pesarosos de nossa vida, a razão é e sempre uma boa conselheira.
 
 

This article's tags: 2015 História do Espiritismo Aniversário da Casa ricardo carvalho doutrinárias allan kardec

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