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28 de agosto. Dia do voluntariado. Celebremos a solidariedade!

August 28, 2018 18:22 , by Redação CDC - 0no comments yet | No one following this article yet.
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Dia do voluntariado

 

Quando pensamos na ação voluntária, associamos imediatamente à ideia de alguém numa situação superior que vai de encontro ao inferior, ao carente, ao necessitado de ajuda. Essa imagem nos faz pensar em pessoas que estão livre do problema em questão ajudando os que se encontram em situação difícil. Mas acontece que o ato do voluntariado é algo bem mais profundo e sensível.

Tornar-se um trabalhador voluntário é um ato que [...] exige primeiro coragem, ou seja, disposição para se comprometer, para doar seu tempo ou seu talento; segundo, generosidade, que também pode ser entendida como real solidariedade, aquela que não espera nada em troca, e terceiro, força para enfrentar nossa própria fraqueza. 

E estar diante da própria fraqueza é admitir que, ao ajudar, queremos nos sentir melhores, curar nossas próprias feridas, superar nossas próprias limitações (arquivo.portaldovoluntario.org.br. Acesso em 01 de agosto 2018).  

O ato voluntário, por isso, é antes de tudo – ou deve ser antes de tudo – um ato impensado, mas não impensado, no sentido de não refletir (ao contrário, exige de nós muita reflexão e equilíbrio interior), mas impensado no sentido de ‘se lançar’, como quem diante de uma grande onda, ao invés de recuar, mergulha (www.grupoirmascheilla.com.br).

Relevante destacar-se a importância do trabalho de cada voluntário. Aí, veremos a mudança do enfoque da avaliação e da forma de definir o trabalho voluntário quando comparamos àquela descrita nas leis. Entram em cena conceitos como solidariedade, compaixão e altruísmo. Como assim? Por que razão?

Ao doar sua generosidade, sua solidariedade, seu consolo, você não está descartando uma roupa ou um sapato velho. Muita gente precisa disso. Mas há aqueles que só precisam contar sua história, ouvir uma palavra de apoio. Por isso, cada voluntário importa muito. Há o que transmite otimismo, há o que pode ser exemplo de luta pela saúde mental e há o que serve de exemplo de conduta disciplinada no exercício de suas funções no trabalho.

Segundo o texto abaixo, 

“Nos bairros e comunidades, nos grupos de autoajuda e nos clubes, nas igrejas, nas associações culturais e esportivas, nas instituições sociais e nas empresas, um número imenso de pessoas ajudam umas às outras e ajudam a quem está em situação mais difícil.

Ao doarem sua energia e sua generosidade, os voluntários estão respondendo a um impulso humano básico: o desejo de ajudar, de colaborar, de compartilhar alegrias, de aliviar sofrimentos, de melhorar a qualidade da vida em comum. Compaixão e solidariedade, altruísmo e responsabilidade são sentimentos profundamente humanos e são também virtudes cívicas.

Ao nos preocuparmos com a sorte dos outros, ao nos mobilizarmos por causas de interesse social e comunitário, estabelecemos laços de solidariedade e confiança mútua que nos protegem em tempos de crise, que tornam a sociedade mais unida e fazem de cada um de nós um ser humano melhor” (<arquivo.portaldovoluntario.org.br>. Acesso em 1 ago.2018). 

Esta é a beleza do trabalho voluntário, exercer atividades em que saímos do nosso mundo para entregar uma parte de nós a nossos semelhantes, ao cuidado de seu  bem-estar físico, mental ou espiritual, aliviando o peso da carga de suas existências. E o melhor de todo isso, é que, ao mesmo tempo, nossa carga se torna mais leve. Por isso, concluímos, com nosso amigos:  “O trabalho voluntário, ao mesmo tempo, é uma via de mão dupla, pois além de contribuir, o voluntário também ganha muito, [...]” (<www.ibge.gov.br>. Acesso em 1 ago. 2018). 

E você, que tipo de voluntário quer ser?

 

Gratidão

A Casa do Caminho Pronto-Atendimento Espírita somente existe em virtude do esforço de muitos que seguem compreendendo a diversidade de ideias e transcendendo os desafios por acreditarem no AMOR, conforme pregado por Jesus Cristo.

Que Deus continue abençoando cada uma das mãos fraternas que contribuem direta ou indiretamente para que a nossa Casa continue de portas abertas. Sigamos juntos, confiando e perseverando no BEM.

 

Foto dia do voluntariado

 

Mas qual é mesmo o dia do voluntário?

No Brasil, o dia 28 de agosto de 1985, foi instituído como o Dia Nacional Do Voluntariado (DNV), por meio da Lei Nº. 7.352, sancionada pelo então Presidente da República, José Sarney e, desde então, numerosas entidades celebram anualmente, nesta data, o trabalho a que algumas pessoas se dedicam voluntariamente.

A indagação acima procede em virtude do fato de que nos últimos dias ouvimos falar bastante do Dia do Trabalho Voluntário. Ao buscar informação a respeito desse trabalho, descobrimos que existe também um Dia Internacional do Trabalho Voluntário.

No dia 17 de dezembro de 1985, a Organização das Nações Unidas (ONU) criou o Dia Internacional do Voluntário e determinou que fosse comemorado todos os anos, no dia 5 de dezembro.

O ano 2001 foi proclamado como Ano Internacional dos Voluntários (AIV2001) pela Assembleia Geral das Nações Unidas de 1997.

Se formos refletir a respeito dessa duplicidade, veremos que, mais uma vez, os seres humanos deste planeta não conseguiram  se harmonizar em torno de uma ideia, qual seja, a data em que devemos comemorar o trabalho em torno de uma ação solidária com os mais necessitados. Portanto, como 5 de dezembro ainda está longe e 28 de agosto está logo ali, vamos cuidar de compreender o que é o trabalho voluntário. Quem preferir, festeje o dia uma só vez, mas una-se à ideia e pratique o voluntariado do bem, da caridade, do apoio, da prece, do socorro espiritual, do estímulo à solidariedade com os que sofrem. E também com aqueles que se desviaram da prática do bem e caíram no crime, nos vícios e são alvo do desprezo dos semelhantes.

 

“Meus filhos, na máxima: Fora da caridade não há salvação, estão contidos os destinos do homem sobre a Terra e no céu. Sobre a Terra, porque, à sombra desse estandarte, eles viverão em paz; e no céu, porque aqueles que a tiverem praticado encontrarão graça diante do Senhor. Esta divisa é a flama celeste,  coluna luminosa que guia os homens pelo deserto da vida, para conduzi-los à Terra da Promissão. Ela brilha no céu como auréola santa na fronte dos eleitos, e na Terra está gravada no coração daqueles a quem Jesus dirá: “Passai à direita, benditos de meu Pai”. Podeis reconhecê-los pelo perfume de caridade que espargem ao seu redor. Nada exprime melhor o pensamento de Jesus, nada melhor resume os deveres do homem, do que esta máxima de ordem divina. O Espiritismo não podia provar melhor a sua origem, do que a oferecendo por regra, porque ela é o reflexo do mais puro Cristianismo. Com essa orientação, o homem jamais se transviará. Aplicai-vos, portanto, meus amigos, a compreender-lhe o sentido profundo e as conseqüências de sua aplicação, e a procurar por vós mesmos todas as maneiras de aplicá-la. Submetei todas as vossas ações ao controle da caridade, e a vossa consciência vos responderá: não somente ela evitará que façais o mal, mas ainda vos levará a fazer o bem. Porque não basta uma virtude negativa, é necessária uma virtude ativa. Para fazer o bem, é sempre necessária  a ação da vontade, mas, para não fazer o mal, bastam freqüentemente à inércia e a negligência” (O Evangelho segundo o Espiritismo/ Allan Kardec).  

 


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