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Ação social promovida pelo Grupo de Apoio à Família foi marcante

February 10, 2020 11:51 , by Redação CDC - 0no comments yet | No one following this article yet.
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Intolerancia mont

 

Ação social promovida pelo Grupo de Apoio à Família foi marcante!

 

Nesse domingo, dia 09 de fevereiro, a Casa falou sobre intolerância religiosa e promoveu ação de esclarecimento com muita alegria e amor!
 
Como parte das atividades do Grupo de Apoio à Família, na manhã de domingo, a Casa recebeu o psicólogo social Gabriel Teixeira para falar sobre a intolerância religiosa. Gabriel Teixeira atua há vários anos em defesa dos direitos humanos, em Salvador.
Gabriel Teixeira ressaltou em sua palestra a importância de cada um de nós cultivar o respeito pela religião e crença dos outros. Gabriel contou-nos que a sua religião era outra durante a infância e ao longo da vida conheceu e encantou-se pelo candomblé. Desde então abraçou o candomblé como proposta, porém manteve o respeito pela religião aprendida em sua infância. Define como básico o respeito a todas as religiões e lembra que todos estamos ligados a um Deus único que é amor! Comentou sobre o Papa Francisco que vem trazendo para todos os católicos a relevante orientação do respeito às diversas religiões.
Lembrou-nos sobre a importante data de 21 de janeiro quando se celebra o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa. Essa comemoração é considerada por muitos dos que lutam pelos direitos humanos, um marco pela luta ao respeito da diversidade religiosa. A origem da data está associada `a lembrança da morte por infarto, de Mãe Gilda, vinculada ao Candomblé, após ser vítima de ataques verbais e físicos feitos por pessoas de outra religião.
Importante ressaltar que nesse dia, celebra-se também o Dia Mundial da Religião A data foi criada com o objetivo de incentivar a convivência pacífica entre todas as diferentes ideologias religiosas e doutrinais, evitando a intolerância. Sabemos que as questões religiosas sempre foram motivos para guerras e grandes conflitos presenciados na História da Humanidade. 
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Ao final da palestra, ao ser perguntado sobre a relevância da Bíblia, respondeu que é importante fonte de consulta e que se deve manter o apreço que muitos religiosos têm como livro de referência sem, no entanto, desconsiderar que há outros livros de referência em outras religiões que precisam ser igualmente respeitados.
 
Além da palestra, os presentes foram contemplados com uma oficina de turbantes que deixou coloridas muitas cabeças que lá estavam.
 
Para abrilhantar mais ainda esse momento de reflexão e integração, tivemos a participação musical de Luciano Dagata e outros músicos que tocaram com o coração! Deixaram a alegria no ar. 
 
"A palestra de hoje foi muito oportuna em nossa Casa", afirmou um dos presentes. "Isso mesmo, concordou outra participante, a palestra foi maravilhosa e muito esclarecedora. Eu amei o evento", concluiu.
 
Assim acabou mais uma manhã de domingo esclarecedora e alegre em nossa Casa que cumpriu o seu papel de disseminar o amor fraterno entre as pessoas, como nos orientou Jesus Cristo em sua passagem na Terra. Como espíritas, é responsabilidade nossa, divulgar a Lei de amor, de Liberdade e de Igualdade contida no Livro dos Espíritos, de Allan Kardec. 
 
 
Questão 835. Será a liberdade de consciência uma consequência da de pensar?
“A consciência é um pensamento íntimo, que pertence ao homem, como todos os outros pensamentos.”
836. Tem o homem direito de pôr embaraços à liberdade de consciência?
“Não, assim como não o tem com referência à liberdade de pensar, porque só a Deus cabe o direito de julgar a consciência. Assim como os homens, pelas suas leis, regulam as relações de homem para homem, Deus, pelas leis da Natureza, regula as relações entre Ele e o homem.”
837. Que é o que resulta dos embaraços que se oponham à liberdade de consciência?
“Constranger os homens a procederem em desacordo com o seu modo de pensar, fazê-los hipócritas. A liberdade de consciência é um dos caracteres da verdadeira civilização e do progresso.”
838. Será respeitável toda e qualquer crença, ainda quando notoriamente falsa?
“Toda crença é respeitável, quando sincera e conducente à prática do bem. Condenáveis são as crenças que conduzam ao mal.”
839. Será repreensível aquele que escandalize, por motivo de sua crença, um outro que não pensa como ele?
“Isso é faltar com a caridade e atentar contra a liberdade de pensamento.” 
(...) 841. Para respeitar a liberdade de consciência, dever-se-á deixar que se propaguem doutrinas perniciosas, ou poder-se-á, sem atentar contra aquela liberdade, procurar trazer ao caminho da verdade os que se transviaram obedecendo a falsos princípios?
“Certamente que podeis e até deveis; mas ensinai, a exemplo de Jesus, servindo-vos da brandura e da persuasão e não da força, o que seria pior do que a crença daquele a quem desejaríeis convencer. Se alguma coisa se pode impor, é o bem e a fraternidade. Mas não cremos que o melhor meio de fazê-los admitidos seja obrar com violência. A convicção não se impõe.”
842. Como todas as doutrinas alimentam a pretensão de ser a expressão única da verdade, por que indícios se poderá reconhecer a que tem o direito de se apresentar como tal?
“Será aquela que mais homens de bem e menos hipócritas fizer, isto é, pela prática da lei de amor e de caridade na sua maior pureza e na sua mais ampla aplicação. Esse o sinal por que reconhecereis que uma doutrina é boa, visto que toda doutrina que tiver por efeito semear a desunião e estabelecer uma linha de separação entre os filhos de Deus não pode deixar de ser falsa e perniciosa.
(O Livro dos Espíritos, Allan Kardec)”

 

 
 
 

 


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