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Lei de Justiça. Pensando a inclusão na Casa Espírita - Palestra 2019

February 26, 2019 17:19 , by Redação CDC - 0no comments yet | No one following this article yet.
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Card pat palestra cdc

No sábado, no dia 09/03, vamos refletir sobre a Lei de Justiça orientada pelos espíritos no Livro dos Espíritos. 

Porém a que Justiça estamos nos referindo? À Justiça Divina. Ao Direito Natural que determina que devemos respeitar o direito de todos os homens. Todos, significam todos! 

Dessa forma, Patrícia Teodolina virá conversar conosco sobre como sermos mais inclusivos e acolhermos pessoas com diversos transtornos, entre eles, o autismo.  

Sabemos que ser diferente é normal, é comum, mas nossa sociedade ainda teima em não aceitar tal realidade e termina tendo condutas preconceituosas. Qual o papel das Casas Espíritas  nesse processo de reeducação social? Como acolher as pessoas com diferentes transtornos  e promover a verdadeira inclusão nas nossas searas de amor?

É claro que se aprendemos a incluir no cotidiano da casa espírita, levaremos também nossas propostas para outros ambientes que fazemos parte. Assim, ajudamos a construir um mundo verdadeiramente justo, pois aplicamos a Lei de Justiça "em toda a sua pureza".

Ah! Muito importante: nesse dia, Patrícia Teodolina, estará disponível para venda e autógrafos dos livros O Piquenique das Letras e O fantástico mundo autista. 

O livro Piquenique Das Letras apresenta um enredo divertido, suave, rico de possibilidades de manejo para proporcionar a aprendizagem do alfabeto. Há outros itens importantíssimos abordados nesta literatura: a identificação de sentimentos, o processo de comunicação e o gerenciamento de conflitos. Já O fantástico mundo autista, é uma aventura na qual somos conduzidos por Rô, Iara e o novo amigo Vinícius pelo ainda pouco conhecido universo autista. 

Patrícia é a atual presidente do Projeto FAMA (Fantástico Mundo Autista) e a venda dos livros contribui para a manutenção desse trabalho de amor. Deseja saber mais sobre o projeto? Acesse:

https://www.projetofama.org/

 

875. Como se pode definir a justiça?

      — A justiça consiste no respeito aos direitos de cada um.

875. a) O que determina esses direitos?            

     — São determinados por duas coisas: a lei humana e a lei natural. Tendo os homens feito leis apropriadas aos seus costumes e ao seu caráter, essas leis estabeleceram direitos que podem variar com o progresso. Vede se as vossas leis de hoje, sem serem perfeitas, consagram os mesmos direitos que as da Idade Média. Esses direitos superados, que vos parecem monstruosos, pareciam justos e naturais naquela época. O direito dos homens, portanto, nem sempre é conforme à justiça. Só regula algumas relações sociais, enquanto na vida privada há uma infinidade de atos que. são de competência exclusiva do tribunal da consciência.

876. Fora do direito consagrado pela lei humana, qual a base da justiça fundada sobre a lei natural?

      — O Cristo vos disse: “Querer para os outros o que quereis para vós mesmos”. Deus pôs no coração do homem a regra de toda a verdadeira justiça,pelo desejo que tem cada um de ver os seus direitos respeitados. Na incerteza do que deve fazer para o semelhante, em dada circunstância, que o homem pergunte a si mesmo como desejaria que agissem com ele. Deus não poderia dar um guia mais seguro que a sua própria consciência. (...)

      877. A necessidade de viver em sociedade acarreta para o homem obrigações particulares?

      — Sim, e a primeira de todas é a de respeitar os direitos dos semelhantes;aquele que respeitar esses direitos será sempre justo. No vosso mundo, onde tantos homens não praticam a lei de justiça, cada um usa de represálias e vem daí a perturbação e a confusão da vossa sociedade. A vida social dá direitos e impõe deveres recíprocos.

878. Podendo o homem iludir-se quanto à extensão do seu direito, o que pode fazer que ele conheça os seus limites?

      — Os limites do direito que reconhece para o seu semelhante em relação a ele, na mesma circunstância e de maneira recíproca.

         879. Qual seria o caráter do homem que praticasse a justiça em toda a sua pureza?

      — O do verdadeiro justo, a exemplo de Jesus; porque praticaria também o amor ao próximo e a caridade, sem os quais não há a verdadeira justiça

(O Livro dos Espíritos, Allan Kardec).


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