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Palestra especial com Geraldo Campetti, Lusiane Bahia! Abertura musical Bruno Maiky

March 23, 2021 19:14 , by Redação CDC - 0no comments yet | No one following this article yet.
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Doutrinarias brunomaiky

Hoje, terça, 23/03, às 19h30, você tem um encontro marcado com a Casa do Caminho!
 
E o encontro começa de um modo muito especial: com a linda voz de Bruno Maiky que cantará e tocará para todos os presentes em nosso salão doutrinário virtual.
Com certeza, Bruno trará alegria e harmonia para os nossos lares!
 
Em seguida, a palestra ficará sob a responsabilidade de Geraldo Campetti, o Vice-Presidente da Federação Espírita Brasileira (FEB) e Lusiane Bahia*, expositora da Mansão do Caminho,
Eles estarão juntos, falando sobre o tema "Amor aos inimigos".
 
Ative o sininho para não perder nem um minutinho!
 
Amar àquela pessoa que está conosco em todos os momentos, que nos faz rir e que cuida de nós em momentos de aflição, é fácil...
Amar incondicionalmente os que nos amam e admiram, que escolhemos estar juntos por toda a vida, não é um desafio...
 
Porém amar a quem nos fere, magoa ou critica, alguém que muitas vezes desprezamos e queremos longe do nosso convívio...
É possível? 
 
Não importa quantas vezes tenhamos lido essa passagem do Evangelho:  "Amai os vossos nossos inimigos" é um ensinamento atual e uma oportunidade de refletirmos e crescermos com a lição do Mestre Jesus.
  
Esperamos vocês!
 
QUANDO: 23 de março de 2021
ONDE: no canal You Tube da Casa do Caminho - PAE https://youtu.be/qTVcnbvW284
HORÁRIO: 19:30
PARTICIPAÇÃO MUSICAL: Bruno Maiky
PALESTRA: Geraldo Campetti e Lusiane Bahia
 
 
"Se o amor do próximo constitui o princípio da caridade, amar os inimigos é a mais sublime aplicação desse princípio, porquanto a posse de tal virtude representa uma das maiores vitórias alcançadas contra o egoísmo e o orgulho.

Entretanto, há geralmente equívoco no tocante ao sentido da palavra amar, neste passo. Não pretendeu Jesus, assim falando, que cada um de nós tenha para com o seu inimigo a ternura que dispensa a um irmão ou amigo. A ternura pressupõe confiança; ora, ninguém pode depositar confiança numa pessoa, sabendo que esta lhe quer mal; ninguém pode ter para com ela expansões de amizade, sabendo-a capaz de abusar dessa atitude. Entre pessoas que desconfiam umas das outras, não pode haver essas manifestações de simpatia que existem entre as que comungam nas mesmas ideias. Enfim, ninguém pode sentir, em estar com um inimigo, prazer igual ao que sente na companhia de um amigo.

A diversidade na maneira de sentir, nessas duas circunstâncias diferentes, resulta mesmo de uma lei física: a da assimilação e da repulsão dos fluidos. O pensamento malévolo determina uma corrente fluídica que impressiona penosamente. O pensamento benévolo nos envolve num agradável eflúvio. Daí a diferença das sensações que se experimenta à aproximação de um amigo ou de um inimigo. (...)
 
Amar os inimigos não é, portanto, ter-lhes uma afeição que não está na natureza, visto que o contato de um inimigo nos faz bater o coração de modo muito diverso do seu bater, ao contato de um amigo. Amar os inimigos é não lhes guardar ódio, nem rancor, nem desejos de vingança; é perdoar-lhes, sem pensamento oculto e sem condições, o mal que nos causem; é não opor nenhum obstáculo à reconciliação com eles; é desejar-lhes o bem e não o mal; é experimentar júbilo, em vez de pesar, com o bem que lhes advenha; é socorrê-los, em se apresentando ocasião; é abster-se, quer por palavras, quer por atos, de tudo o que os possa prejudicar; é, finalmente, retribuir-lhes sempre o mal com o bem, sem a intenção de os humilhar. Quem assim procede preenche as condições do mandamento: Amai os vossos inimigos
(O Evangelho segundo o Espiritismo, Allan Kardec).

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