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O Evangelho Segundo Espiritismo completa 152 anos

April 8, 2016 19:39 , by Redação CDC - 0no comments yet | No one following this article yet.
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“E o verbo se fez carne e habitou no meio de nós”. E as palavras do Mestre continuam vivas, nas linhas retas do evangelho. Na publicação segundo o espiritismo, que completa 152 anos (1864-2016) e traz momentos únicos de reflexão, em uma viagem sem volta. Esse é um tempo de mudanças baseadas no legado deixado por Cristo.

‘’Ninguém vai ao pai se não for pelo meu intermédio’’. Essa é a missão do verdadeiro cristão conhecer a Cristo e ter intimidade com Ele. A intimidade começa com o pensamento. Pensar como o Mestre pensou nos encaminha a trilhar o caminho do bem. Ser justo e sincero, honesto com você e com o próximo. Ser efetivamente o modelo sincero do “homem de bem”.

Em 152 anos as histórias contadas através dos tempos, os homens que se curvaram ao evangelho e a presença marcante de Jesus, nos anima a seguir adiante. Essa é a nossa verdadeira missão como espíritos encarnados e comprometidos com a nossa própria existência. Já reencarnamos tantas vezes, em busca do que chamam de “evolução”, que aprender com os erros, evoluir, seguir em frente, nunca desistir e estar em paz, se tornaram como premissas incontestes para todos aqueles que procuram respostas para perguntas que continuam através de gerações, e que o codificador Hippolyte Léon Denizard Rivail, francês, discípulo de Pestalozzi, e pai da doutrina que veio para transformar os homens e o mundo transcreveu para todos nós.

São vinte e oito capítulos, que se completam e se tornam coniventes. São vinte e oito portas de esperança e consolo abertas pelo Espírito de Verdade. São a compilação de ensinamentos eternos, que nunca se contradizem e se manifestam à todo momento nas vidas dos bilhões de encarnados e desencarnados que habitam no orbe terrestre. À pratica do Evangelho Segundo o Espiritismo, não apenas nos consola, ensina e nos orienta, mas é o norte eterno para aqueles que se perderam na desesperança e na não aceitação da morte e das suas consequências.

Conhecido como o mestre de Lion, Kardec inicia a obra tratando sobre a ancestralidade da doutrina, que repousa sobre a soberania universal do conhecimento dos espíritos. Com uma passagem pela vida de Sócrates e Platão, o evangelho espírita também traz informações históricas que comprovam a autenticidade da ideia cristã no pensamento e na obra desses que vieram antes do espiritismo.

“Eu não vim para destruir a lei”. Quando Kardec mostra que Jesus ou a doutrina espírita não vieram para destruir os postulados que norteiam a  evolução moral da humanidade, que a promessa de Cristo se concretiza até para os céticos, ateus e agnósticos. Porque não tratamos apenas de religião, que transcende o usual, repousa na filosofia e se ratifica na ciência. O Evangelho de Kardec e a voz de milhões, são respostas para as perguntas que todos nós fizemos. E a revelação do ontem, a certeza do hoje e a esperança do amanhã.

Pensar -  O meu pensamento delimita o meu destino. A lei de causa e efeito é uma pedagogia que limita as ações e consequências. As penalidades são herança das ações daqueles que conscientemente infringiram as leis morais. A inconsciência é delimitação do conhecimento das leis, ou por puro instinto ancestral, que não permitem ao opressor perceber a inutilidade das suas ações. Tudo aquilo no que se pensa, resulta em uma consequência boa ou ruim.

As minhas ações no presente, são as letras que juntas escreverão as minhas reencarnações futuras. Se não fosse pela misericórdia divina, nós todos estaríamos perdidos em um labirinto de equívocos e erros. È por isso que podemos dizer que não somos merecedores da revelação divina, que nos tira de uma teia de enganos, pensamentos equivocados e que não foram refletidos à luz do amor de Deus. É da lei que eu experimente o bem ou o mau que fizemos. Por essa razão, quando o consolador prometido chegar ao mundo, e quando Allan Kardec completar a obra do Evangelho Segundo o Espiritismo, silenciosamente como um profeta do Velho Testamento, que habitou nos desertos das nossas cidades, por onde passamos, cruzando por milhares de criaturas, mas que transitam no seu interior com uma solidão indescritível. Muitos deles tristes, sozinhos e se sentindo abandonados do amor de Deus.

O Evangelho silenciosamente, sem alarde, sem privilégios, muitas vezes nos propõe um sacrifício pessoal. Uma obra que veio para mudar o meu destino e o destino da humanidade. A chegada da palavra do Consolador prometido, da revelação espírita que toca definitivamente a humanidade de uma maneira diferente de todas as outras passadas.

Quando nos defrontamos com o verbo, e ele se faz encarnado,  gente que ri e chora, que sente de todas as maneiras, alegrias e tristezas, a palavra se humaniza. O espírito de Deus que pode ser definido como puro amor, que continua criando apesar de todos os erros acumulados, se assemelha ao pai, que sabendo dos erros dos filhos, se derrete em puro amor e perdão. Essa nova chance tem nome e sobrenome, Evangelho Segundo o Espiritismo, a promessa do espírito da Verdade, o Consolador de toda a humanidade.

 

César Marques

 

 

O_evangelho


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