Go to the content
Colabore com a casa
or

 Go back to Temas Doutri...
Full screen Suggest an article

Perfil: Joana de Angelis

February 21, 2018 17:25 , by Redação CDC - 0no comments yet | No one following this article yet.
Viewed 58 times

Card joanna corrigido

Perfil: Joana de Angelis

Em 20 de fevereiro de 1822 desencarnou a freira Joanna de Angélica de Jesus, conhecida pelos espíritas como o abnegado Espírito Joanna de Angelis.

Joanna de Angelis é um Espírito, conhecida por ser a guia espiritual do baiano Divaldo Pereira Franco, cuja parceria frutificou a maioria das obras psicografadas do médium, dezenas deles traduzidos para diversos idiomas, versando sobre temas filosóficos, religiosos, psicológicos e transcendentais. Dentre suas obras, destaca-se a Série Psicológica Joanna de Angelis, composta por 16 livros, que aborda um  novo enfoque da Psicologia Transpessoal.

A primeira manifestação ostensiva de Joanna para Divaldo foi em 5 de dezembro de 1945, utilizando o pseudônimo “Um Espírito amigo”, o que perdurou por vários anos. Segundo informações de Divaldo e de Celeste Santos (autores do livro A Veneranda Joana de Angelis), ela teria vivido em uma de suas existências anteriores como Joana de Cusa, uma das mulheres que esteve ao lado do mestre Jesus no momento tortuoso da crucificação. O psicólogo e escritor Cezar Braga na obra “Joanna e Jesus, uma história de Amor” atribui ao Espírito as personalidades históricas de Santa Clara de Assis, Juana Inés de La Cruz e Joanna Angélica, abadessa que foi um dos personagens históricos de protagonismo na luta pela Independência da Bahia.

Joana Angélica de Jesus [1] , [2] e [3]

Joana Angélica de Jesus foi uma religiosa baiana que nasceu em 12 de dezembro de 1761 na cidade de Salvador. Era filha de José Tavares de Almeida e Catarina Maria da Silva, uma família rica da capital baiana. Aos 20 anos ingressou no noviciado do Convento de Nossa Senhora da Conceição da Lapa como franciscana, adotando o nome de Sóror Joana Angélica de Jesus. Pertenceu à Ordem das Reformadas de Nossa Senhora da Conceição, vindo a tornar-se uma mártir da independência da Bahia, quando de sua morte em 1822.

Em fevereiro de 1822 soldados e marinheiros portugueses, durante as lutas contra os brasileiros que aspiravam à independência, cometiam todo tipo de excessos pelas ruas próximas ao Convento. Pressentindo a possível violação da castidade das companheiras internas, Joana Angélica comandou a fuga das monjas e, num gesto heroico, colocou-se à frente do segundo portão do Convento de braços abertos, como obstáculo contra a entrada dos soldados. A abadessa ficou conhecida como a autora da famosa frase: “Para trás, bandidos! Respeitai a casa de Deus! Só entrarão passando por cima do meu cadáver!

Reza a tradição e afirmam todos os documentos da época que, de todos os fatos lutuosos dos tormentosos dias 19 e 20 de fevereiro de 1822, nenhum impressionou mais fundo a alma da Bahia do que o selvagem ataque dos soldados contra o indefeso Convento de Nossa Senhora da Conceição da Lapa, onde morreu nobremente a primeira heroína da epopéia da Independência, Madre Joanna Angelica. (Souza, 1972)

Atingida no coração por golpes de baioneta proferidos pelos portugueses, Joana Angélica agonizou na entrada do Convento até morrer, tornando-se a primeira mártir da luta pela Independência da Bahia, alcançada somente em 2 de julho de 1823.

  

Outras existências atribuídas [2]

No século I vivera como Joana de Cusa, uma das maiores colaboradoras da obra de Jesus, inclusive citada no evangelho como uma das mulheres piedosas, tendo sido queimada viva ao lado de seu único filho, juntamente com outros cristãos no Coliseu de Roma.

Em 12 de novembro de 1651 nascia no México Sór Juana Inés de La Cruz, tendo sido a maior poetisa da língua hispânica; muito competente em teologia, medicina, direito canônico e astronomia. Foi teatróloga, musicista, pintora e poliglota. Falava e escrevia, fluentemente, seis idiomas.

Joanna de Ângelis também vivera no século XIII (De 16 de julho de 1194 à 11 de agosto de 1253). Chiara d'Offreducci foi fundadora da ordem feminina Franciscana. Mais tarde, em 15 de agosto de 1255 foi canonizada pelo papa Alexandre IV, agora conhecida como Santa Clara de Assis.

Hoje, vivendo na espiritualidade e assumindo o nome de Joanna de Ângelis, é um dos guias espirituais da humanidade, realizando uma experiência educativa e evangélica de altíssimo valor, inclusive publicando diversas obras literárias, milhares de mensagens, traduzidas em diversos idiomas, transcritas em braile, reproduzidas em áudio, e todas distribuídas por vários países do mundo.

 

Texto adaptado de:

Referência Bibliográfica:

SOUZA, Bernardino José de. Heroínas Bahianas: Joanna Angélica, Maria Quitéria, Anna Neri. Brasília: Editora Paralelo, 1972.

Não te canses de amar.

É possível q a resposta do amor

não te chegues imediatamente. Talvez

te causem surpresa as reações que

propicia. É possível q as haja desencorajadas.

Sucede q, desacostumadas aos sentimentos puros,

as pessoas reagem por mecanismos de auto-defesa.

Insistindo, porém, conseguirás demonstrar a

excelência desse sentimento sem limite e

mimetizarás aqueles a quem amas, recebendo

de volta a benção de que se reveste.

Ama, portanto, sempre.

[JOANNA DE ANGELIS – DIVALDO FRANCO]




This article's tags: Independência do Brasil Independência da Bahia Joana Angélica Divaldo Franco Joanna de Angelis

0no comments yet

Post a comment

The fields are mandatory.

If you are a registered user, you can login and be automatically recognized.